VEM AÍ… II NOITE CATÓLICA COM ROSA DE SARON!!!
Publicado por PASCOM - Itapaci em 30/07/2010 às 14:43
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Publicado por PASCOM - Itapaci em 30/07/2010 às 14:43
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Publicado por PASCOM - Itapaci em 30/07/2010 às 12:36
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Publicado por PASCOM - Itapaci em 28/07/2010 às 17:20
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A Bíblia ensina a doutrina da Sola Scriptura dos Cristãos Reformados? Ou seja, seria a Bíblia a única fonte de autoridade para o cristão?
Não. A Bíblia ensina que as Escrituras têm autoridade, mas não é a única autoridade.
Quando Jesus foi tentado por Satanás no deserto, respondeu a Satanás: “Está escrito…”, uma citação das Escrituras. Mas, também vemos Jesus participando do Hanukkah (Festa da Dedicação – cf. Jo 10,22) que está registrado em Macabeus, livro ausente do cânon protestante. Também vemos Jesus celebrando a Páscoa com uma taça de vinho (a Última Ceia), que era da tradição judaica e não das Escrituras. Por segurança, São Paulo escreveu a Timóteo:
“Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra” (2Tim 3,16-17).
Mas São Paulo também escreveu:
“Intimamo-vos, irmãos, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que eviteis a convivência de todo irmão que leve vida ociosa e contrária à tradição que de nós tendes recebido” (2Tess 3,6); e
“O que aprendestes, recebestes, ouvistes e observastes em mim, isto praticai, e o Deus da paz estará convosco” (Fil 4,9).
A doutrina dos Protestantes da Sola Scriptura é-lhes necessária porque rejeitaram a autoridade existente na Igreja histórica, ordenada por Deus. A Igreja histórica sempre reivindicou que sua autoridade veio da sucessão apostólica e a verdadeira autoridade deu Jesus aos apóstolos, e mais especificadamente, a São Pedro:
“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus; tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,18-19).
Já que os Protestantes rejeitam a autoridade da Igreja histórica, apelam para o que consideram que seja a mais alta autoridade: a Palavra de Deus. Isto pede uma pergunta, obviamente: Jesus fundou uma Igreja ou um livro? Jesus mesmo não foi, pessoalmente, autor de nenhum livro da Bíblia. As palavras atribuídas a Jesus foram escritas e testemunhadas pelos Apóstolos. As próprias Escrituras têm sua autoridade fundamentadas na autoridade para ensinar da Igreja. Sem a Igreja, não haveria a coleção de livros chamados Novo Testamento. Além disso, a doutrina da Sola Scriptura teria sido impossível sem a invenção da imprensa. Até a invenção da imprensa, a Bíblia não estava disponível a todo cristão. Agora, que qualquer um é livre para interpretar as Escrituras para si mesmo, o que acontece? Embora haja dezenas de milhares de denominações, haverá sempre mais e mais interpretações das Escrituras.
O fato verdadeiro é que Jesus fundou uma única Igreja e deu-lhe a autoridade para ensinar e emitir regras. Foi justamente por não atentar à essa verdade que os três principais Reformadores (Lutero, Calvino e Zwínglio) discordavam do sentido e efeito dos Sacramentos, da Ceia do Senhor e do Batismo, cada um ensinando uma doutrina diversa. Isto nos mostra que, em vez da autoridade ser a Sola Scriptura, é “Somente a Interpretação” a real autoridade nas igrejas que proclamam a Bíblia como sua única autoridade.
A menos que você tenha a interpretação correta, de que vale a Bíblia?
Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal.?
Publicado por PASCOM - Itapaci em 28/07/2010 às 17:07
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Cidade do Vaticano, 15 jul (RV) – A Congregação para a Doutrina da Fé publicou esta quinta-feira algumas modificações introduzidas no Motu Proprio “Sacramentorum sanctitatis tutela”, de 2001.
As principais modificações dizem respeito aos delitos considerados gravíssimos pela Igreja, como os delitos contra os sacramentos e de abuso sexual, e foram divulgadas em três documentos: a Carta da Congregação, assinada pelo Prefeito, Card. William J. Levada, e pelo Secretário, Dom Luis Ladaria, enviada aos bispos; uma breve nota, sempre da Congregação da Doutrina da Fé, acerca das modificações introduzidas; e uma introdução histórica às normas do Motu Proprio“Sacramentorum sanctitatis tutela”.
A propósito, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, divulgou uma nota sobre o significado dessas “Normas”.
“As normas da ordem canônica para tratar os delitos de abuso sexual de membros do clero em relação a menores foram publicadas hoje de forma orgânica e atualizada, em um documento que se refere a todos os delitos que a Igreja considera excepcionalmente graves e, por isso, são submetidos à competência do Tribunal da Congregação para a Doutrina da Fé: além dos abusos sexuais, se trata de delitos contra a fé e contra os sacramentos da eucaristia, da penitência e da ordem.
As normas sobre os abusos sexuais prevêem, em especial, procedimentos mais rápidos para enfrentar com eficácia as situações mais urgentes e graves, e permitem a inserção de leigos no quadro de funcionários dos tribunais; portanto, a penalidade de dez a vinte anos equipara o abuso contra pessoas com limitado uso da razão àquele sobre menores, introduzindo o delito de ‘pedopornografia’. Repropõe-se a normativa sobre o caráter confidencial dos processos, para tutelar a dignidade de todas as pessoas envolvidas.
Tratando-se de normas internas da ordem canônica, ou seja, de competência da Igreja, não tratam o argumento da denúncia às autoridades civis. Todavia, o respeito por quanto previsto pelas leis civis faz parte das indicações dadas pela Congregação para a Doutrina da Fé já a partir das fases preliminares da gestão dos casos de abuso, como resulta nas “Diretrizes” publicadas a respeito.
A Congregação para a Doutrina da Fé também está trabalhando em demais indicações para os episcopados, para que as diretrizes por ela emanadas sobre os abusos sexuais contra menores por parte do clero ou em instituições ligadas à Igreja sejam sempre mais rigorosas, coerentes e eficazes.”
Fonte: www.vatican.va
Publicado por PASCOM - Itapaci em 27/07/2010 às 18:11
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Quando a Liturgia se corrompe, toda a vida cristã corre perigo de se corromper.
A Liturgia é a oração oficial da Igreja, do povo de Deus, do Corpo Místico de Cristo.
Nela [Liturgia], é o próprio Jesus, junto com todos os que estão unidos a Ele pelos laços da fé, do batismo e do Espírito Santo, que se apresenta ao Pai em sacrifício de salvação do mundo inteiro; que ora ao Pai, que lhe oferece louvor, adoração, agradecimento, pedido de perdão, pedido de ajuda…
O centro da Liturgia é JESUS. Ela não é – não pode ser! – propriedade particular de nenhum celebrante, de nenhuma comunidade, de nenhum grupo de fiéis, de ninguém: cabe à Igreja – e só à Igreja – organizá-la, modificá-la, aperfeiçoá-la. Infelizmente, em nome de uma criatividade mal entendida (e de um Concílio Vaticano II mal interpretado), a Liturgia tem sido, muitas vezes, manipulada a bel-prazer.
Indo muito além da liberdade de ação que ela própria permite, tem-se visto de tudo em algumas celebrações litúrgicas.
O fato é que quando as pessoas se permitem certas liberdades no campo da Liturgia, violando suas normas e seus limites, as mesmas atitudes, aos poucos, vão sendo permitidas em outros campos da vida cristã, ou seja, na moral, nos mandamentos, na doutrina e por aí afora. Dessa forma, tudo fica relativo, isto é, tudo depende do ponto de vista de cada um e cada um faz “do jeito que gosta”. Corrompida a Liturgia, corrompe-se também a vida cristã e eclesial.
Sem entrar em detalhes, a Liturgia – sempre! – deve pôr em seu centro JESUS, Sua Vida, Sua Palavra, Sua morte, Sua Ressurreição, Sua Presença no meio de nós. Nesse sentido, não é a comunidade o centro da Liturgia, menos ainda o celebrante. A comunidade e o celebrante se reúnem em torno do Senhor.
É a Ele que deve ser orientada a participação da comunidade e a ação do celebrante, e este deve ter a consciência e a humildade de não pretender ser o centro das atenções; deve rejeitar todo tipo de exibicionismo. Pelo contrário, a fé e a devoção do celebrante devem dar o tom da celebração.
A comunidade precisa ser informada e formada para que sua participação não se torne um “festival”, no qual há muita “alegria e participação”, mas onde falta o silêncio, a concentração, a atenção à Palavra de Deus, o respeito pelo Corpo e Sangue de Cristo. Sobre este ponto, no dia 15 de abril de 2010, ao receber em audiência os bispos do Regional Norte 2 da CNBB, o Papa Bento XVI dirigiu-lhes palavras muito oportunas.
É bom que você conheça as passagens principais e compreenda sua importância para que uma Celebração Eucarística seja autêntica.
– “Sinto que o centro e a fonte permanente do ministério do Papa estão na Eucaristia, coração da vida cristã, fonte e vértice da missão evangelizadora da Igreja. Podeis assim compreender a preocupação do Sucessor de Pedro por tudo o que possa ofuscar o ponto mais original da fé católica: hoje Jesus Cristo continua vivo e realmente presente na hóstia e no cálice consagrados. Uma menor atenção que por vezes é prestada ao culto do Santíssimo Sacramento é indício e causa de escurecimento do sentido cristão do mistério, como sucede quando na Santa Missa já não aparece como proeminente e operante Jesus, mas uma comunidade atarefada com muitas coisas em vez de estar recolhida e deixar-se atrair para o Único necessário: o seu Senhor”.
– “Ora, a atitude primária e essencial do fiel cristão que participa na celebração litúrgica não é fazer, mas escutar, abrir-se, receber… É óbvio que, neste caso, receber não significa ficar passivo ou desinteressar-se do que lá acontece, mas cooperar – porque tornados capazes de o fazer pela graça de Deus – segundo «a autêntica natureza da verdadeira Igreja, que é simultaneamente humana e divina, visível e dotada de elementos invisíveis, empenhada na ação e dada à contemplação, presente no mundo e, todavia, peregrina, mas de forma que o que nela é humano se deve ordenar e subordinar ao divino, o visível ao invisível, a ação à contemplação, e o presente à cidade futura que buscamos» (Const. Sacrosanctum Concilium, 2)”.
– “Se na liturgia não emergisse a figura de Cristo, que está no seu princípio e está realmente presente para a tornar válida, já não teríamos a liturgia cristã, toda dependente do Senhor e toda suspensa da sua presença criadora. Como estão distantes de tudo isto quantos, em nome da inculturação, decaem no sincretismo introduzindo ritos tomados de outras religiões ou particularismos culturais na celebração da Santa Missa (cf. Redemptionis Sacramentum, 79)”!
– “O mistério eucarístico é um «dom demasiado grande – escrevia o meu venerável predecessor o Papa João Paulo II – para suportar ambiguidades e reduções», particularmente quando, «despojado do seu valor sacrificial, é vivido como se em nada ultrapassasse o sentido e o valor de um encontro fraterno ao redor da mesa» (Enc. Ecclesia de Eucharistia, 10).
– “O culto não pode nascer da nossa fantasia; seria um grito na escuridão ou uma simples auto-afirmação. A verdadeira liturgia supõe que Deus responda e nos mostre como podemos adorá-Lo. «A Igreja pode celebrar e adorar o mistério de Cristo presente na Eucaristia, precisamente porque o próprio Cristo Se deu primeiro a ela no sacrifício da Cruz» (Exort. ap. Sacramentum caritatis, 14). A Igreja vive desta presença e tem como razão de ser e existir ampliar esta presença ao mundo inteiro”.
Até aqui foram as palavras de Bento XVI. Reflita um pouco sobre elas. Pelo que depender de você, ponha no centro da Liturgia, em particular da Eucaristia, o próprio Jesus e, junto com sua comunidade, volte-se para Ele e permita que Ele tome conta de sua vida. Não faça da Liturgia um laboratório de experiências, que só na aparência seriam pastorais…
Respeite a Liturgia tal como a Igreja propõe: respeitar a Liturgia, em particular a Eucaristia, é respeitar a oração do próprio Jesus.
Faça da Eucaristia, celebrada e participada com fé, devoção e respeito, como o “fogo da lareira” que aquece toda a sua vida de discípulo/a de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sem Eucaristia, o mundo iria de mal a pior, pois a Eucaristia é Jesus. E Jesus é o único que pode salvar o mundo.
Dom Hilário Moser, SDB (*)
extraído de http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/
Publicado por PASCOM - Itapaci em 25/07/2010 às 16:02
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A oração constitui um dos elementos fundamentais essenciais da nossa vida espiritual. Aliás, é Santa Teresa de Ávila quem vai dizer: “Quem reza se salva; quem não reza se condena“. Jesus, como vemos no Evangelho deste final de semana, é este Filho do Pai, e porque é Filho, não pode estar em outro lugar que não seja junto do Pai, chamando-o de ”Abba” – pai, papaizinho! A maior graça que possuímos, a qual nos foi dada no Batismo, é poder chamar Deus de Pai; podemos e devemos chamá-Lo assim, pois somos Seus filhos no Filho.
Se somos filhos – e o somos! – precisamos estar constantemente na casa do Pai, pois o lugar dos filhos é em casa junto do Pai. Jesus é este que sempre se encontra retirado em profunda oração a Deus.
Mas, o que é a oração? Os discípulos querem aprender e perguntam ao Senhor Jesus como rezar. A oração é o colóquio de amor entre duas pessoas que se amam; é o diálogo mais profundo da vida e da alma com Deus, na certeza de que podemos derramar a nossa vida – com tudo que ela compõe – na presença do Deus-amor.
A essência da minha oração jamais será a fidelidade – sempre estou em oração. Jamais será a piedade – estar todo inteiro na oração. Tudo isso é consequência da oração. A essência da oração é a verdade, a minha verdade acerca de tudo aquilo que sou, vivo e estou sentindo. Na verdade, reza quem toma a atitude de rasgar as vestes na presença do Senhor. Aliás, os maiores homens e mulheres da Sagrada Escritura sempre tomaram a decisão de rasgar as vestes diante de Deus. O que significa rasgar as vestes? Significa desnudar-se diante de Deus Pai; significa arrancar as máscaras de hipocrisia diante do Senhor, igualzinho o publicano que sobe ao templo para rezar.
Diante do Senhor, o assunto que Ele quer tratar conosco não é sobre as nossas qualidades, os nossos dons, sobre o que temos de maravilhoso e santo. Tudo isso, no máximo, o Senhor quer que venhamos a agradecer e a colocar a serviço dos irmãos, pois tudo isso veio d’Ele; é graça, é dom. O assunto que o Senhor quer falar conosco é sobre tudo aquilo que está em nós que não veio d’Ele – nossos pecados, nossas misérias, nossas infidelidades, nossas feridas… Pois Ele quer transformar tudo isso, ou seja, curando o nosso coração, Ele quer transformar tudo isso em dom, em carisma, em vida para dar vida aos outros.
A oração de Jesus era constituída de um polo totalizante, ou seja, Ele rezava a vida toda e toda a vida. Tudo era oração para Cristo; tudo era matéria-prima de encontro com o Pai. O carro-chefe da nossa oração é a confiança. Jesus confia no Pai, ou seja, Ele quer nos ensinar que do Pai só pode vir o que há de melhor para a nossa salvação e realização. Devemos confiar, pois pode um pai dar coisas más para os seus filhos? Se pode, nos convençamos de uma coisa: este é tudo, menos pai, pois do pai – se este é pai de verdade – só pode vir coisas maravilhosas.
Todavia, o “vaso” que colherá todas estas maravilhas, que o Pai derrama sobre Seus filhos, chama-se confiança. Com confiança, pedi e recebereis. Jesus, eu confio em Vós.
Padre Pacheco
Fonte: www.cancaonova.com.br
Publicado por PASCOM - Itapaci em 11/07/2010 às 19:35
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Com muita alegria o Coral Imaculado Coração de Maria foi, mais uma vez, anunciar as maravilhas de Cristo através da música na Comunidade da Fazendinha (Diocese de Rubiataba/Mozarlândia) no dia 26/06/10 na ocasião do encerramento da festa em louvor a Nossa Senhora Aparecida. Foi um momento de muita alegria e oração para os músicos de nossa comunidade. Que Deus e Nossa Senhora possam derramar abundantes bênçãos sobre cada um da comunidade.
Santa Cecília, padroeira dos músicos, rogai por nós!!!
“Cantarei ao Senhor Deus um canto novo porque Ele fez prodígios.”
Coordenação Paroquial do Ministério de Música
Paróquia Imaculado Coração de Maria – Itapaci – Goiás