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Família Escola da Fé

Publicado por Paróquia Santo Antônio Maria Claret em 22/08/2008 às 20:09
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A Missa de ontem contou com participação de toda a comunidade, sendo Família Escola da Fé o tema prosposto o qual nosso paroco fez uma bela homília.

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Paróquia Santo Antônio e Maria Claret

Publicado por Fausto Magnun Ramos em 03/12/2007 às 3:48
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Seja bem vindo este é nosso Blog com ele você vai poder conhecer um pouquinho mais de nossa Paróquia.

Este é Santo Antônio e Maria Claret nosso Padroeiro

Santo Antônio e Maria Claret

Eis aqui um pouco de sua história.

Chegou a ser um excelente trabalhador de tear, que aprendeu a usar na fábrica de seu pai e posteriormente em Barcelona.

Um dia quando assistia à missa escutou as palavras do Evangelho: De que aproveita ao homem ganhar todo o mundo, se finalmente perde a sua alma?, o que lhe causou uma profunda impressão (Autobiografia, 68). Diante desta impressão busca conselho com o Padre Pablo Amigó da Congregação do Oratório de São Filipe Neri. A princípio queria ser Cartuxo, mas por diferentes sinais decide não ingressar nesta ordem religiosa.

Ordenou-se sacerdote em 1835, em Solsona. Em 1850 foi sagrado Arcebispo de Cuba. Ali criou diversas instituições para apoiar o desenvolvimento humano, principalmente dos mais pobres. Contribuiu para o desenvolvimento agrícola da Ilha e foi um humanista que denunciou os atos de racismo e as injustiças sociais. Por causa das suas denúncias sofre um atentado e refere haver sentido um grande gozo ter tido a oportunidade de derramar o próprio sangue por praticar o que Cristo pregava (Autobiografia, 577).

Em Cuba visitou todas as cidades e vilas, crismou a 100.000 pessoas e casou a 9.000 casais.

De volta à Espanha, foi nomeado arcebispo de Trajanópolis (”in partibus infidelium”) e confessor da Rainha Isabel II, de Espanha. Defendeu a infalibilidade do papa no Concílio Vaticano I. Ao estalar a Revolução de Setembro de 1868 na Espanha refugia-se no mosteiro cisterciense de Fontfroide (França). Na sua tumba está escrito o seguinte epitáfio: “Amei a justiça, aborreci a iniquidade, por isso morro no desterro”.

Os seus restos mortais hoje são venerados na Igreja dos Missionários Claretianos em Vic, a primeira Casa da Congregação fundada por ele em 1849.